Julho 16, 2008

Skills 3 - For SelfPortraitChallenge


According to Merriam-Webster, resilience is the capability that a body has to recover its original shape and size after any deformation, specially stress.


So, considering that everyday I turn and stretch and multiply myself so I can embrace the world of things that need to be done by me (work, family, relationship, friends, classes, literature, side projects, and so on), and considering that everyday I find some peace of mind to reagroup and restore my energy and my drive to keep on going and stretching and changing and adapting and embracing and accomplishing, I can only conclude that resilience is one of my strongests skills.

(This is me, stretching out to reach you.)



To see more interesting skills, check SPC.

Julho 10, 2008

Spiced




You Are Basil



You are quite popular and loved by post people.

You have a mild temperament, but your style is definitely distinctive.

You are sweet, attractive, and you often smell good.




(or, in other words, I'm not in the mood, today, to think)

Julho 08, 2008

Só para constar

- A Insônia sentou aqui do meu lado, na cama, e não pára de falar. Fica me cutucando e me fazendo cócegas, e eu já estou ficando sem ar.



- O Sol deu as caras, hoje. Apareceu, deu um rápido olá e se mandou, sabe-se lá para onde. Deixou um rastro de calor atrás de si, mas isso não impediu que as Nuvens se revoltassem de novo e invadissem tudo. Alguém inclusive ouviu elas gritando "vamô invadí geral", mas Alguém é tão confiável quando Os-Outros nessas questões, da mesma maneira que Eles não servem para fonte confiável.









(antes do Sol deixar espaço para Nuvens)





- Eu particularmente prefiro a companhia do Frio. É que os Latidos se manifestam mais na mesma medida em que o Frio se manda para outras bandas.





- O Dia hoje foi caótico, acho que esqueceu de novo de tomar o remédio. Tsc tsc. Em compensação, a Noite apareceu linda, com uma lua crescente de brinco, e algumas estrelas (isso antes das Nuvens, ciumentas, tomarem conta).





- A Dor-de-Garganta, na maior cara de pau, bateu hoje aqui em casa. Aliás, ela e a Insônia se adoram. Estão num papo animadíssimo, e eu sem entender lhufas do que elas estão dizendo.





- Oba! O Sono resolveu me atender e acabou de chegar. Agora ele me ajuda a por essa gente toda pra fora (sim, porque Insônia nunca está sozinha, vem sempre com uma entourage, e geralmente Preocupações é a primeira a aparecer, de mãos dadas com Antecipação, e daí a Coisa Toda fica incontrolável).



- Ufa! Acabei de pegar um último Medo (o chatíssimo e repetitivo De-Esquecer-Alguma-Coisa) e jogar pela janela.


- Agora que só resta Silêncio, consigo escutar o Narrador, sabe a voz que fica o tempo todo explicando, inventando, descrevendo, contando e contando e contando? Pois é, agora consigo ouvi-lo. Pena o Sono agora mesmo ter tapado meus ouvidos e fechado meus olhos.

- ZZzzz



(a cena que Narrador está contando e recontando e descrevendo. Vai entender!)

Skills 2 - For SelfPortraitChallenge

I wake up early to make the most of my day. Sometimes I go across town just to pick up clean clothes before I go to work, and sometimes I'm lazy to do that, but then I have to carry a heavy backpack or bag with my stuff.



My handbags are never charmingly small, because I feel this urge of taking as many things as I can, because - I think - I might be in a situation where I be in need of one or other thing. Most of the time, they are just extra weight to be carried. Most of the time I get so worried about the things that can happen, or that might happen, or will happen if - and after this "if" are always very hypothetical ideas, but that's not the point now - and then I'm so distant and unfocused that the only sane thing to do is to stop, and empty my hands, my bags, my mind, in order to see beauty again.



And beauty is as fragile and as light and as ephemeral as a bubble.



I don't know if it can be filed in this month's challenge, I don't even appear in the picture (unless you are really good and saw my reflection at the bubble's surface!), which, I think, it's kinda the point in a challenge of self-taken pictures, but, still, this bunch of stuff - pens, lotion, cell phone, headache pills, headphones, keys, cards, a notebook, wallet, vitamins, and some loose paper - represents my everyday days, and the bubble, well, the bubble is what I forget to look for, most of the time, but it makes everything worthy when is finally visible and seen.





I dare to say, these days, that my most important skill is to keep sanity, and joy, and to be able to re-focus the eye, everywhen I can, to be able to find the bubble of beauty before it bursts out.

To see more about skills - and some nice pictures - check SelfPortraitChallenge.

Julho 04, 2008

Someday I'll be Saturday night

For now I'm still Thursday-going-on-Friday. And there is the whole Friday to go through, and then Saturday.

It's not that bad, I could still be Monday. Some people remain being Monday for their entire lives, not even realizing that there are other days in the calendar, and although a week is made by seven days only, Friday nights, Saturdays and Sundays are much more fun to be.


Thursday is the official day for parties and birthday celebrations. At least it's fun.

Julho 03, 2008

Skills - for Self-Portrait Challenge

I'm not sure this will be considered a skill, but I have to admit that I am very good at choosing.

I choose good wine, and good presents (for birthdays, for weddings, and so on), and I have the inexplicable skill of knowing if a book is good or not by looking at its cover. And I can tell if a movie will be good or not by watching its first ten minutes.

Those are not skills as in super-power abilities, and I can't be considered special just because I get my friends always great gifts that they love.

But if there is one skill, in the matter of choosing, that I am proud of, is the fact that I am also very good at choosing people. I am very careful about the people I bring close to my life, about people who are special and become more than just people to be called my friends.

And I had a few bad, really sad, experiences in the past that taught me to first listen, and to protect myself, and to learn how to read in between the lines (and to capture the essences by the small gestures) in order to know who and what kind of person each one that I get to meet is.

Just a few get to be called friend. But those few are always a great pick. And my friendships, just as I learn about good wines, get better and tastier as time goes by.


My skill of choosing good wine always provides me with the opportunity to be at nice places.

And my skill of picking the right people to be friends with provides me the opportunity of enjoying good food and great wine, at nice places, with fantastic company!

You can see other people's skills by clicking to the Self-Portrait Challenge page.

Julho 02, 2008

Para aliviar os olhos






Já que eu sei que cansa ler e ler e ler e ler blocos inteiros (e porque eu sei que muitos preferem ver, numa clara dicotomia que repete o show x tell que ando estudando) pode cansar, assim, sem figuras, sem pausas, sem espaço para respirar, coloco algumas fotos para descansar os olhos alheios.






Algumas dessas fotos não foram para o Imagempordia, porque outras fotos foram mais representativas do dia. Clica lá pra ver.

Julho 01, 2008

While you are making other plans

Eu nunca tinha reparado como fica escuro cedo, e como fica muito escuro, agora no inverno.

Quer dizer, posso até ter reparado antes, mas nunca tinha sentido isso com tanta intensidade com este ano, nestes últimos dias.

Talvez porque tem chovido muito, durante muitos dias seguidos, e mesmo quando não chove o céu segue num acinzentado chumbo que deixa passar muito pouco da luz do dia, e faz tudo parecer noite mais cedo.

Talvez porque ano passado estava tão envolvida com a concepção e realização dO Livro que nem olhava para o céu nem via se estava claro ou escuro porque não importava muito, desde que eu continuasse a revisar, reler, corrigir, separar os postais, convidar pessoas, atualizar o site.

Talvez porque este ano estou desacelerada - ok, é verdade, mas não é por vontade própria - e ando um tanto doente (bem, o termo certo deveria ser "com dores generalizadas e sem origem específica", mas de repente um tanto doente resume tudo), e um pouco cansada, talvez por causa disso eu esteja mais propensa a olhar para cima, olhar ao redor, perceber melhor as coisas.

E daí venha a perceber que anda ficando muito escuro, logo que anoitece. O sol não se estende nem se espalha, nem estica seus raios até o último minuto sobre as ruas, reverberando com reflexos nas janelas e vidros dos prédios como nos dias de verão. E até nem dá muita vontade de estar fora de casa, enquanto o frio não passa e ainda não é verão e o sol também se esconde e se recolhe e se encolhe o quanto pode, saindo de cena logo que acaba seu horário oficial, guardando seu calor pra si mesmo e pras outras partes do mundo por onde ele segue passando.

E daí venha a sentir muito mais frio e muito mais preguiça, e acabe sentindo muito mais vontade de ficar quietinha, tomando chazinhos e sopinhas e me esquentando de outras formas e tenha sentido até mesmo preguiça de escrever e atualizar o blog.

Mentira. Quero dizer, toda a parte do frio até a parte da preguiça é verdade, ou, bem, coloquemos assim: é não-ficcional (principalmente considerando que este blog é tão permeado de ficcionalidades e inverdades e invencionices, que são, sempre, literariedades). Ao passo que a parte sobre a preguiça de escrever e atualizar o blog é, bem, digamos, ficcional sem ser literarierável. Se é que me é permitido inventar palavras assim à torto e à direito.

O fato é que o blog passou, nestes dias, semanas e algumas horas, para um segundo plano, ou, melhor dizendo, um terceiro - de repente seria melhor dizer logo, quarto - plano. Desceu alguns números na lista de prioridades, porque se tem uma coisa que realmente é prioridade, ao menos pra mim, é a vida real. Já que estamos na parte de explicações do post, seria melhor dizer, a parte não ficcional não negociável da vida.

E essa parte é boa, sabe. Coisas boas acontecem nesse plano não ficcional, coisas melhores do que eu jamais poderia imaginar no plano ficcional. E olha que criatividade eu tenho aos montes (mesmo que evite sempre sempre criar ou mesmo insinuar informações ilusórias, porque isso eu deixo para os doidos, desavisados e desocupados de plantão), mas sei bem separar o que é joio do que é trigo e, mais ainda, sei identificar o que é jóia.

Então nessas de encontrar as jóias, acontece que eu também sei limpá-las e lapidá-las, quando precisam, e acabo sempre encontrando um anel ou um colar ou mesmo um relicário em que elas caibam, e fiquem lindas, e iluminem o ambiente, a vida, o momento. E o blog passou para segundo (terceiro, quarto, em alguns momentos quinto, mas isso eu já expliquei e, bem, tempo é muito importante, então passemos adiante) plano mediante algumas jóias encontradas no plano não ficcional. Não exatamente pérolas, porque para encontrar pérolas é preciso que se mergulhe fundo, e é preciso que se abra as ostras - e, não sei se é sabido de todos, mas ostras são seres muito conscienciosos de sua privacidade e espaço, e podem ser perigosos, caso não se saiba lidar com eles - com cuidado, e pedir com educação para retirar a pérola dali, sempre lembrando de deixar no lugar um grãozinho de areia, um fragmentozinho de concha, para que a ostra se apegue a ele tanto quanto era apegada à pérola e lhe deixe em paz. E, caso as palavras anteriores não tenham lhe escapado, bem, anda muito frio para mergulhar muito fundo. Frio e escuro.

É que escurece muito cedo nesta época do ano, e talvez eu nunca tenha reparado antes, ou talvez este seja um ano peculiarmente mais escuro que os anteriores, e definitivamente o sol anda aparecendo pouco. E anda chovendo muito, e mesmo quando chove as nuvens escuras permanecem, e se espalham pelo céu e se esticam até o horizonte, até onde podem tapar o sol e seus últimos raios do dia com mais eficiência. E é por isso que eu ando mais preocupada em manter o calor, ainda mais que estou desacelerada -bem, não que tenha sido por escolha ou vontade própria, mas os acontecimentos não me permitem andar no meu ritmo, que é sem dúvida mais veloz do que o normal dos acontecimentos -, mesmo que não seja bem uma opção mas se caracterize mais por uma norma, nestes dias, e o fato é que por andar mesmo desacelerada, o calor me é caro, e os momentos disponíveis para este blog (entre outras coisas mais ficcionais, digamos assim) andam raros, mas ando encontrando jóias e coletando-as e colecionando coisas muito mais importantes para mim (e bem, por que não dizer, também para o mundo, no momento em que depende da minha compreensão e concepção e organização mental o bom andamento do mundo) que poderão ser importantes de uma maneira bem mais abrangente no futuro (believe me when I say this) do que podem parecer agora.

Então que não é estação propícia para ficar mergulhando fundo, nem para ficar chasing cars, como diz a música, muito menos para ficar tomando sereno, com todo esse frio que anda fazendo. Mas de repente eu não reparei, anteriormente, que faz tanto frio nesta época do ano, mas pode ser que este seja um ano atípico. Pode ser, também, que sempre sempre escureceu assim tão cedo, e sempre sempre o escuro foi tão escuro como me parece que é agora. E se sempre sempre sempre foi assim, de o sol se recolher, e o frio recrudescer, e o escuro nos fazer empalidecer, de repente é uma coisa um tanto boa que eu possa estar desacelerada desta forma, porque somente desta maneira posso, se de nada mais vale, reparar nesse fato, nessa realidade, ou melhor, nessa não ficção, e poder contemplar o mundo de um ponto-de-vista, para dizer o mínimo, diferente.

(Because are those things, those little, even insignificant things - as it might seem at a first glance - that happen to you, that can be considered your life, while your mind and your thoughts might be elsewhere)

Junho 21, 2008

Nude and self-portrait

I finished my post for Self-PortraitChallenge, and I've been feeling bad, because I was not participating, because I feel like I don't have time, because I've been feeling not-so-good-looking, to appear in a nude photo.



So I went up through my old pictures, and I found some that I enjoyed.



And if it is ok with everyone, I'll post an old nude photo, to perhaps inspire me to get at least one new one to post for the last week of this interesting challenge.









To see some great looking images of nude, check SPC this month.

Junho 12, 2008

Resenha


Leila e eu fomos ver.


Adorei. A fotografia é belíssima, o roteiro é bem construído, os atores estão ótimos, sem aquele ranço teatralesco que geralmente aparece nos filmes feitos com atores daqui. A direção foi impecável, em todas as escolhas, de locação, de atores, de não usar de artifícios para criar a emoção.


Recomendo. Muito.


Apenas um porém: o som. Não consigo entender o porquê dos filmes brasileiros ainda terem uma péssima qualidade de som. Se alguém puder me explicar, eu agradeço.


Agora uma confissão: não li o livro. Ganhei de presente do autor (momento exibida: meu professor, Charles Kiefer, cuja dedicatória diz apenas "com carinho", ou alguma coisa singela dessas) mas fiz questão de não lê-lo. Não por não acreditar na qualidade da obra, bem pelo contrário.


É que logo no primeiro semestre da Oficina ganhei dele o Escorpião da Sexta-Feira (também com uma dedicatória "um beijo" ou algo assim), que comecei logo, porque pensei cá comigo, ok, se ele se propõe a ensinar alguém a escrever bem, vamos ver se sabe mesmo e aplica isso nos seus livros. Não digo que mordi a língua ou algo do gênero porque o pensamento passou e foi embora logo. O livro é ótimo. É tão bom que eu fiquei com um certo nojo, um grande receio da figura do CK.

Ok, ok, é um pecado mortal e imperdoável confundir o autor com o narrador ou o personagem, mas o transtorno é grande e o efeito foi arrasador. O efeito do livro em mim, quero dizer. A impressão que ficou foi algo disgusting. E lá pelo sexto mês de Oficina é que me dei conta de que qualidade é isso, e, bah!, sabe. Mas aí aconteceu de, para evitar maiores problemas - porque afinal o transtorno é mais em mim e o grau de influenciabilidade (se é que isso existe e é registrado pelo Houaiss) é grande - eu ter prometido a mim mesma de não ler mais nenhuma obra, com exceção às teóricas, do CK enquanto estivesse na condição de sua aluna. (Ok, ele não sabe disso. Não sabia, até o momento. CK, I'm sorry, é verdade. Mas é pro bem do meu aprendizado.)

O fato é que o filme - o Valsa para Bruno Stein - é bom. É muito bom. Certamente o livro deve ser ótimo. Lerei, algum dia. Não por enquanto.

É preciso coragem



É preciso coragem para ser feliz, diz o personagem do filme. Ele tem razão.


Metade do tempo passamos planejando coisas e a outra metade tentando lidar com as granadas de inesperado que a vida nos joga no colo, para que não nos estourem na cara.




E nem nos damos conta de que ser feliz é uma escolha, assim como vestir azul ou pentear o cabelo para o lado ou usar saias. E estamos tão acostumados com essas distrações - planejamentos e granadas - que não sabemos muito o que fazer quando a felicidade nos escolhe. Não somos ensinados para a felicidade.




O meu professor diz que felicidade não vende livro, não gera obra prima. No jornalismo se aprende que if it bleads, it leads. E que as tragédias e dores da humanidade são mais noticiáveis do que as felicidades e alegrias.




Verdade atestada pelas capas de Caras e Bocas e Quems e Ninguéns por aí. Casais felizes dificilmente aparecem na capa.




Talvez seja uma falha na programação do ser humano, que só liga a compaixão e empatia mediante o sofrimento alheio (ou a possibilidade de que o sofrimento do outro ser humano seja maior que o seu próprio, fazendo com que a dor alheia seja um mero mecanismo de bem-estar, um feel-good versão fast-food), talvez seja puro egoísmo, talvez seja uma torpeza curiosa, sordidez incrustrada e desenvolvida ao longo dos séculos e séculos de existência humana no planeta. Talvez seja pura maldade mesmo.




O fato é que ser feliz requer decisão, requer escolha, exije disposição.
E é tão simples!

(a fraternidade é vermelha, a igualdade é branca e a felicidade é azul)

Junho 11, 2008

A Lua







O céu clareou.

O frio - delicioso!! - chegou com força, vento e jeito de quem fica por mais tempo.

A lua se exibiu hoje no meu pátio, enquanto o cheiro de pão sendo assado aquecia a casa escada acima.


(A lua, exibida)




(Eu, olhando para dentro da máquina que faz o pão crescer)



Tão diferente de ontem, e no entanto tudo um pouquinho igual.


As pessoas acham que entendem, só porque passam aqui e me vêem pelas fotos e lêem as bobagens que eu escrevo. Mas, olha, there's so much more underneath going on que eu nem teria por onde começar.


Quer dizer, nem quero. Não é pra isso que vim, ao menos não hoje.



(Hey, mind your own life. That is, if you have one.)


A minha vida é divertida, like a ride in an amusement park, it used to be a very vertical roller-coaster, but now is just about fun. Mas eu guardo a diversão apenas para quem tem ingresso, e não é todo mundo que pode pagar o preço.




(E você, acha que pode?)

(Foto publicada também aqui.)

Junho 07, 2008

O mundo e as mudanças

As coisas estão mudando rápido, just like I knew they would.

As mudanças estão acontecendo conforme o planejado.

E mesmo o não-planejado, o imprevisível, é tão pequeno que já não importa mais.

A certeza vem da firmeza de saber o que eu quero. De agora saber o que eu quero e, por causa disso entender o que tem que ser feito.

E é bonito perceber que o esforço é mínimo, apenas porque é o caminho inevitável.

***

Eu tenho algumas boas notícias para dar.

Mas não ainda. Não por enquanto.

***

Acho que a partir da semana que vem o turbilhão diminui a rotação e ficará mais fácil de contar um pouco mais, ser menos hermética, ser mais confessional.

***

Sempre soube que, quando desejo, basta eu pedir.

É claro que sempre existe o pensamento lateral que me diz para ter cuidado com o que eu desejo, porque posso ter esse desejo atendido.

Mas me alegra que não é tanto desejo mas também certeza, e que o pedido e a realização é apenas o rumo único a ser seguido.

Junho 03, 2008

As buscas mais estranhas

Na expectativa de coisas grandiosas para acontecer (ou, na pausa antes do furacão, ou ainda, na falta total de assunto para o momento), comecei a olhar as buscas no google que levam, ou melhor, que trazem as pessoas a este modesto blog.

Vejamos. A mais óbvia:

- Significado de overcome. Sim, é o título. Se uma busca por essa palavra não trouxesse pra cá, começaria a duvidar da real eficácia do Google.

Não tão óbvia mas relacionada:

- Every new beginning comes from some other beginning's end. Bem, considerando que é uma letra de música, e que não é muito mainstream, e que das páginas em português não deve mesmo haver muitas que falam sobre essa música, ok, é até compreensível. Espero que as pessoas tenham encontrado o que procuravam. (se a busca era para tradução, tenho que pedir desculpas. Não tenho o costume de traduzir. Muito menos de me auto-traduzir. É esquisito dizer, mas ou as coisas, na minha cabeça, eu quero dizer, são pensadas ou em inglês ou em português, e o fato de estar em uma língua não significa que passará para a outra. Ao menos não por mim.)

Temos ainda uma busca "serviço de utilidade pública":

- Qual o melhor remédio sobre rouquidão. Apesar dos diversos posts no tema sem-voz e da minha semana afônica, não me lembro de ter comentado como melhorei. Nem sei se houve algum método que tenha especificamente ajudado. Descansar as cordas vocais, proteger do frio, comer maçã e tomar os remédios que o médico indica são sempre as melhores dicas.

Aí começamos com as buscas esquisitas:

- IMDB confirma. De novo sinto em desapontar as pessoas que chegam até aqui, mas não saberia começar a explicar como baixar um filme. Isso é tarefa do boyfriend. Ele já tentou me explicar algumas vezes, mas isso cai na categoria "bolinha roxa" para minha atenção. (Eheheheheh, a Tavs vai entender! De repente eu até explico mais tarde, se der tempo)

- Versos para desejar feliz aniversário. Ok, eu falo bastante de aniversários (eu adoro aniversários!) mas não conheço, até o momento, nenhum verso para desejar feliz aniversário diferente do clássico cantado entre brigadeiros e cachorros-quentes. Ehehehehehehe

- Como paralizar uma pessoa com os dedos. Será que é possível? Será que a resposta realmente está descrita neste blog? Será que eu sei como paralizar uma pessoa com os dedos? Parece uma coisa meio poderes do Heroes, sabe. Uns voam, outros lêem pensamento, eu paralizo as pessoas com os dedos. Uau. I'm impressed!

(O que será que trará as pessoas até aqui na semana que vem? Aguarde próximos momentos de baixa inspiração.)

Just hanging

Esta era a foto que eu colocaria hoje (ontem) no Imagempordia, porque traduz mais ou menos o sentimento mais forte. Mas aí, com as mãos cheias de remédio, vi que era bem mais significativo. Ainda mais para quem me conhece.

A foto estava boa, e válida, para marcar o dia, então resolvi postar aqui mesmo.

A bagunça do meu armário continua lá, como dá pra ver. Ainda bem que ao menos o restante do bagunçado quarto não parece na foto.